quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Nove comprimidos, uma picadinha e muito amor

Postado por Letícia Murta às 21:48

A gravidez de Iolanda foi cercada de cuidados. Além da trombofilia, que de fato é o mais grave, precisei cuidar também de diabetes gestacional (que não se desenvolveu pela dieta rígida que segui), hipotireoidismo, incompatibilidade sanguínea com o pai (sou RH negativo com risco de eritoblastose fetal). 

Na gravidez tive um problema cardíaco também. A regurgitação da válvula mitral. Basicamente, a válvula mitral não estava fechando corretamente, deixando o sangue voltar, o que me causava enorme cansaço a qualquer esforço. Isso ocorreu apenas na gravidez, pela sobrecarga do organismo. Já passou. 

Na metade da gravidez, comecei com contrações fortes, correndo risco de entrar em trabalho de parto. Por isso, fiquei de repouso quase que a gestação inteira. Esses aí são os medicamentos que usei. A injeção de heparina de baixo peso molecular usei dois tipos: Versa e Fragmin. São várias marcas e todas têm o mesmo resultado. Contra a trombofilia usei também AAS, que atua como desagregador plaquetário.

 Auxiliando na coagulação usamos ômega 3, ácido fólico (sim, ele atua na prevenção de trombos, em especial quem tem mutação do metileno-o meu caso), vitaminas do complexo B. Ao todo foram 9 comprimidos e uma injeção todo dia. Muita luta e uma recompensa gigante. Valeu demais!

1 comentários :

ANDRE GONÇALVES DA SILVA on 28 de agosto de 2015 02:37 disse...

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