EU CURTO SER MÃE

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Exame detecta perda auditiva em bebês

11:53 0
Exame detecta perda auditiva em bebês

A audição começa a ser desenvolvida antes do nascimento. É por volta do quinto mês de gestação que o bebê começa a escutar a mãe cantando e o pai conversando com ele através da barriga. Isso reforça o fato da audição ser um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento da criança. Qualquer perda na capacidade auditiva, mesmo que pequena, impede o recebimento de informações sonoras essenciais para a fala e prejudica o desenvolvimento da linguagem e da aprendizagem.

Em pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 2013 a 2015, a surdez ocupou o quarto lugar na lista de doenças. Ela é considerada a primeira deficiência com mais impacto no índice de qualidade de vida da população, mais do que deficiência visual, de locomoção e outras 345 doenças. Isso levou a OMS a colocá-la como uma de suas cinco prioridades para este século. 

Popularmente conhecido como o Teste da Orelhinha, a Triagem Auditiva Neonatal é um exame gratuito, assegurado por lei desde 2010, mas que muitos ainda desconhecem. Principalmente os pais que têm filhos fora da maternidade. De acordo com o Conselho Federal de Fonoaudiologia, o teste é realizado com o objetivo de detectar precocemente perdas auditivas no recém-nascido e as crianças nascidas fora do ambiente hospitalar, devem fazê-lo antes de completarem 3 meses de vida.

Para os pais preocupados, a supervisora de audiologia da Telex Soluções Auditivas, Amanda Faria, explica que “trata-se de um exame rápido, indolor, realizado por um fonoaudiólogo ou médico, enquanto o bebê está dormindo. Para a realização do exame, o profissional introduz na orelhinha do bebê uma sonda, que emite estímulos sonoros e capta a resposta da orelha a este estímulo. Todo o exame dura cerca de 5 minutos e não causa desconforto ao bebê, tendo visto que ele permanece dormindo durante todo o processo.”

Estudos mostram que há diferentes graus de deficiência auditiva e são raros os casos em que não há tratamento, principalmente quando detectado e tratado no início. As causas podem ser malformações congênitas, doenças genéticas e doenças infecciosas que atingem as gestantes, como rubéola e toxoplasmose.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

A vida é um sopro

12:20 0
A vida é um sopro

"Ser mediocre é viver na zona franca da existência". A frase é da, agora saudosa, Fernanda Young.

Hoje se foi a mãe, mulher, escritora, sábia e irreverente Fernanda Young, aos 49 anos. Morreu assim, num susto.... e toda vez que morre alguém dessa maneira, eu paro pra pensar.

É que a gente acha que só vai morrer bem velhinho, lá num futuro distante, e vai traçando os caminhos contando com um tempo que não temos certeza de que irá existir.

A gente deixa de ser feliz, planejando o amanhã. Mas quem foi que disse que vai haver amanhã?

Não sabemos quanto tempo nos resta. Não temos como garantir que haverá tempo para tantos planos.

A morte de alguém jovem é um alerta pra quem fica: só existe o hoje!!!! Aproveite o que tiver que aproveitar! Abrace seus amigos, sua família, a pessoa que você ama. Seja feliz hoje, porque se o amanhã não chegar, tudo o que você vai levar é o que viveu!

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Orange is The New Black

21:56 0
Orange is The New Black

A gente vê nos noticiários o drama dos imigrantes ilegais nos EUA, mas será que temos a dimensão do horror que está acontecendo?

Terminei a sétima, e última, temporada de Orange is the New Black, e fiquei pensando nos tantos temas abordados e em como isso tudo tem relação com o que falo por aqui e com as mulheres e mães que me seguem. Muito além de mostrar criminosas, a série humaniza as detentas e desenha o que está por trás da pena que estão cumprindo.  Orange aborda a complexidade humana, evitando maniqueísmos para apontar o que move a conduta daquelas pessoas.

OITNB fez sucesso com elenco e equipe de produção formados majoritariamente por mulheres, que escancarou por meio da metáfora da prisão todas as formas onde o lugar feminino, LGBT e latino é constantemente questionado.

Eu poderia escolher para falar aqui sobre tantos temas que são pertinentes: suicídio, drogas, abandono afetivo, neurodiversidade, velhice, maternidade e sororidade.  OITNB além de mudar a forma como vermos séries (foi a primeira a lançar todos os episódios de uma só vez nos permitindo maratonar), foi a série mais assistida da Netflix. Você tem ideia de quantas pessoas viram e qual o legado que ela deixa?

E embora não tenha como proposta apresentar soluções para os problemas, faz as pessoas discutirem essas questões e responderem emocionalmente.

Na temporada final foi abordado um tema muito atual: os imigrantes ilegais! Eu tenho certeza de que você já viu alguma imagem mostrando crianças separadas de seus pais e mantidas dentro de jaulas em centros de detenção. As irregularidades incluem desde crianças sem atenção médica adequada até a falta de camas, que obriga muitos a dormirem no chão. Os Centro de Internamento de Estrangeiros (ou ICE) são ainda mais desumanos do que as prisões, negando os direitos mais básicos. Foi impossível conter as lágrimas ao ver crianças diante de um tribunal sem a presença de um advogado ou seus pais, como se fossem criminosos.

Orange se despediu lançando mais uma camada complexa no debate sobre como a sociedade exclui quem não se enquadra. Se fosse somente ficção, ainda seria amargo assistir. Mas é real! Está acontecendo! E o que podemos fazer?


quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Cuidados na gestação

15:46 0
Cuidados na gestação



Dia 15 de agosto é comemorado o Dia da Gestante. A data, que faz parte do calendário Nacional da Saúde, foi criada para lembrar da importância do cuidado e da assistência à mulher durante esse importante período da vida. O acesso aos serviços de saúde durante a gestação são cruciais para garantir a saúde da mãe e do bebê, e podem ser o fator decisivo para que ocorra tudo bem durante a gravidez, o parto e o pós-parto.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 830 gestantes morrem todos os dias no mundo em decorrência de alguma complicação relacionada à gravidez e ao parto. A redução das mortalidades materna e infantil é um desafio mundial e mobiliza órgãos e entidades de saúde em campanhas de conscientização sobre a importância do pré-natal e do acompanhamento adequado durante a gestação.

Segundo a médica e diretora técnica do Laboratório Lustosa, Luisiana Vieira, os exames pedidos durante o acompanhamento do pré-natal são uma estratégia muito eficaz de prevenção de doenças e de possíveis complicações que poderiam agravar o quadro de saúde tanto da mãe quanto do bebê.

“Durante o acompanhamento de pré-natal, são solicitados importantes exames para avaliar as condições de saúde da mulher e da criança que está sendo gestada. Cada procedimento avalia uma função ou pode identificar uma alteração específica. Se realizados no período certo e conforme a orientação do médico, os procedimentos ajudam a detectar alterações precocemente e evitar o desenvolvimento de muitas doenças”, explica.

Além dos exames para atestar a saúde física da mulher, aspectos socioculturais também podem influenciar no andamento de uma gravidez. Por isso, a OMS recomenda que a mulher faça pelo menos oito visitas ao médico durante a gestação para a garantia de uma experiência positiva para a gestante e a criança. Mas eu, particularmente, acho fundamental um acompanhamento mensal e, na fase final da gravidez, ter consultas semanais. 

Abaixo você confere os exames laboratoriais e vacinas indicados para a gestante e quais suas indicações. Importante deixar bem claro que o ultrassom JAMAIS DEVE SER NEGLIGENCIADO e que o ultrassom com doppler salva vidas! Peça seu obstetra solicitar sempre com doppler, para garantir que a a vitalidade fetal e conseguir ter um controle de perto da circulação e oxigenação. 

Se você tem histórico de abortos recorrentes, casos na família de pré-eclampsia, parto natimorto e problemas circulatórios, procure saber sobre trombofilia na gestação


Exames laboratoriais



       Tipagem sanguínea e fator Rh

Esses exames permitem verificar o tipo e o fator sanguíneo da gestante. Essa pesquisa é importante para investigar a possibilidade de incompatibilidade entre o fator sanguíneo dela e do bebê.

       Hemograma

Permite verificar se a gestante está com anemia ou infecções. Também avalia se há deficiência de plaquetas importantes para a coagulação sanguínea.

       Glicemia e curva glicêmica - Teste oral de tolerância à glicose

Servem para dosar os níveis de açúcar no sangue e para diagnóstico de diabetes e diabetes mellitus gestacional.

       Exame de urina e urocultura

Avaliam a função renal, além de detectar possíveis infecções e outras doenças que provocam a perda de proteína pela urina.


       Sorologia para Sífilis e VDRL


Servem para diagnosticar a sífilis, doença que aumenta o risco de parto prematuro e prejudica o crescimento intrauterino.

       HIV 1 e 2

Atesta se a gestante é portadora do vírus HIV O teste é importante pois, caso o resultado seja positivo, o médico recomendará medidas para evitar a transmissão da mãe para a criança.

       Testes para hepatite B (HBsAg) e Hepatite C (anti-HCV)

Verificam se a mãe possui a doença que pode causar malformações no feto.

       Sorologia para rubéola e toxoplasmose

Permite o diagnóstico das duas doenças. Para a rubéola não existe tratamento durante a gravidez, no entanto, a toxoplasmose pode ser tratada, o que ajuda a prevenir malformações fetais.

       Pesquisa de estreptococo do grupo B

Atesta se a mãe possui a bactéria do tipo pesquisado. Em caso de resultado positivo, uma série de medidas podem ser adotadas para impedir que a criança tenha contato com o bactéria o que poderia causar várias doenças, incluindo meningite e pneumonia.

       Teste de malária (Para gestantes da região Amazônica)

Verifica se a gestante possui a doença. É indicado apenas para a região Amazônica.

Vacinas


- Gripe: recomendada para todas as gestantes.

- Antitetânica (dT): protege mãe e filho contra o tétano. A gestante que já recebeu a vacina, mas que a última dose tiver sido aplicada há mais de 5 anos, deve receber uma dose de reforço. A gestante não vacinada deve receber a imunização completa.

- Hepatite B: Se não tiver sido vacinada, a gestante deverá tomar as três doses da vacina.


*Fonte: Ministério da Saúde/Caderneta da Gestante e OMS (Organização Mundial de Saúde)

terça-feira, 30 de julho de 2019

Tempo em abundância

21:01 0
Tempo em abundância

Como você mede o tempo? Em horas? Meses? Anos? Os adultos usam ferramentas e códigos para medir e muitas façanhas para tentar controlar o tempo.

Desde quando éramos pequenos, nos acostumamos com ter o tempo cortado, restringido, limitado. "Ande mais rápido", "não temos tempo", "vamos nos atrasar", "hoje não é dia de disso"... ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Passamos a ter a ideia de que o tempo é escasso e ainda nos disseram que ele é dinheiro. Mas como bem pontuou o sociólogo Antônio Cândido: “o tempo é o tecido das nossas vidas”. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
É assim que a criança compreende o tempo. Para ela, esse não é medido em dias ou horas, mas de vida! A infância precisa de tempo em abundância!

terça-feira, 16 de julho de 2019

Turismo onde nasceu

21:20 0
Turismo onde nasceu

Você costuma fazer turismo em sua própria cidade?

Já reparou que quando viajamos, andamos com prazer por todo lado, descobrindo cantos especiais, explorando a cidade que estamos?

Mas na cidade que moramos costumamos passar com pressa, sem observar o que tem ao redor.

Outro dia fui passear com Lola no centro de Belo Horizonte. Corriqueiro para alguns, mas pra ela foi uma novidade. Andamos com calma, observamos alguns prédios, entramos na Igreja São José, comemos em uma lanchonete e fizemos compras em uma lojinha se bugigangas.

Por fim, voltamos de ônibus. Viemos contando caso, olhando as edificações. Esse ponto foi muito importante, porque como normalmente ela anda comigo dirigindo, não consigo desfocar a atenção. 
Simples, mas, para ela, foi um passeio sensacional!

Você conhece a sua cidade? Me conta aqui um lugar que você ainda não foi, mas pretende ir.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Criança e meio ambiente

14:50 0
Criança e meio ambiente

Hoje é Dia do Meio Ambiente.  E o que você tem feito para sua preservação? Sabemos que grandes indústrias são os maiores responsáveis pela destruição da natureza. Mas nós deixamos nossas marcas também.

Cuidar do meio ambiente envolve muito mais do que apenas perceber e olhar a natureza, é preciso participar.

A consciência ambiental é a capacidade do ser humano em se enxergar como parte da natureza. Tal percepção proporciona experiência e apropriação do espaço. Dessa forma, quando bem desenvolvida, essa consciência faz com que a pessoa perceba-se como integrante do ecossistema, desempenhando funções essenciais para a sobrevivência e manutenção da flora e fauna.

Incentivar essa habilidade nas crianças é essencial para proporcionar um futuro em que a interação humana com o meio ambiente possa ser menos prejudicial e impactante. ⠀

Quando são compreendidos os reflexos de algumas atitudes, repensarmos  os nossos hábitos.

Vamos incentivar o consumo consciente, a reciclagem, a troca,. Pequenas mudanças, como abandonar os canudinhos ou abrir mão de um copo plástico, fazem diferença. É um trabalho de formiguinha, mas cabe a nós, mães e pais, ensinar e dar o exemplo para que as futuras gerações gerem menos impacto ao meio ambiente. 

Que tal  ser a mudança que você tanto quer? ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Milho Verde (MG) com crianças

21:48 0
Milho Verde (MG) com crianças

Com cerca de 2 mil habitantes, Milho Verde é daqueles vilarejos que a gente visita e dá vontade de não ir embora mais. Próximo a Diamantina, pertence a Serro e fica a pouco mais de 300 km de Belo Horizonte. É um lugar para descansar e repor as energias em meio a tranquilidade da natureza.

Fomos pela BR 040 em direção a Sete Lagoas, passando por Curvelo e Serro em estrada asfaltada. Dali até Milho Verde, são 25 km de estrada de terra. Outra opção é via MG 10, passando pela Serra do Cipó e Conceição do Mato Dentro. Esse caminho tem mais trechos de estrada de terra e exige mais cuidado. 

Milho Verde tem pousadas simples, comida simples, vida simples. Se esta é a sua vibe, vá feliz. Caso contrário é melhor repensar. Por lá, tem também áreas de camping (onde fiquei quando fui antes de casar e ser mãe). O sinal de internet é ruim e em alguns locais não funciona. Não tem bancos, banco eletrônico, posto de gasolina. Mas a maioria dos tem máquina de cartão.  



 À tardinha, a pedida é apreciar a vista e o anoitecer na colina onde fica a Capela Nossa Senhora do Rosário, que ilustra o disco Eu Caçador de Mim, de Milton Nascimento. Que espetáculo, minha gente!

Por ali, funciona um bar bem simples, onde nos sentamos em algumas noites para tomar uma cerveja enquanto a Lola brincou com as crianças. Foi lindo ver a pequena se divertindo "como antigamente", correndo naquele espaço gramado sem medo, sem eletrônicos, sem adultos para perturbar o pega´pega. Ao lado da igreja fica o cemitério e, lógico, as crianças brincaram de contar histórias de terror. Foi o máximo!


De frente para o bar tem uma casa onde há produção de pães e biscoitos caseiros. Quem faz é a dona Geralda Francisca. Saem fornadas deliciosas de quitutes para o café da manhã e da tarde. Ela vende  pão de abóbora e de batata, rosca de nata, pão de queijo....Experimente! Você não vai acreditar no sabor incrível! 

Ali também do ladinho tem a Pizzaria Sempre Viva. Com a massa deliciosa e recheio caprichado é uma boa opção para noite. Outra opção, para dia e noite, é o restaurante Angu Duro. Por lá, você vai encontrar comida mineira feita no fogão a lenha com muito capricho.



Ficamos hospedados na pousada Sempre Viva. Um espaço gostoso, silencioso, com jardim e rede na varanda (<3) e é a mais próxima do Lajeado. É comandada pelo casal Lana e Antônio, que são muito simpáticos. A pousada é pet friendly e, além dos cães e gatos que lá moram, aceitam nossos amiguinhos peludos. Eu levei dois dos meus. Você pode reservar pelo Booking, Airbnb ou direto com eles pelo telefone (38) 98814-9550.




A grande atração são as inúmeras cachoeiras que se encontram por lá. Ficamos durante cinco dias e, mesmo assim, não conseguimos conhecer todas. Vamos às cachoeiras!!!!!!!

Por motivos de "tenho pavor de água fria", a minha primeira recomendação é o Lajeado. Ahhhh, gente, eu apaixonei! A água corre na chapada e forma um lajeado com vários poços de água morninha. Na sequência, tem três quedas de água, com formação de piscinas naturais. A entrada é ao lado da pousada Sempre Viva. Virou praticamente o nosso quintal e fomos lá várias vezes durante a estadia.



Tem uma areia branca e fininha que Lola fez a festa! Chamou de praia de cachoeira, hehehehe.


Minha dica para quem vai com criança é: leve guarda-sol. Nós não levamos e foi tenebroso! Sol com céu sem nuvem e nenhuma árvore para esconder. 


Ahhh, levem lanchinho e água. Esta dica vale para praticamente todas as cachoeiras, aliás. Não tem nada para comprar. Uma sacola térmica é a solução.Aproveite para pegar água em garrafas no Chafariz da Goiabeira, que jorra água mineral do todo. 

Cachoeira do Moinho 
Fica logo na saída/entrada de Milho Verde, nas margens da rodovia. Esta é a que tem infraestrutura com um bar que funciona nos finais de semana e feriado. Ela tem uma taxa de R$ 5, pois funciona dentro de uma propriedade. É que tem maior fluxo de turista. 

Cachoeira do Carijó
Do outro lado da rodovia, quase em frente à cachoeira do Moinho, fica a cachoeira do Carijó. Ela tem o acesso super fácil.. Basta parar o carro na margem da rodovia e descer alguns metros. É uma cachoeira pequena que forma uma piscina natural. Por lá também se formam vários pocinhos. Ótimo para crianças.

Cachoeira do Piolho
Fica a cerca de 3 km  de Milho Verde, saindo por uma estrada que começa na igreja Matriz. A entrada é por uma casa, porém não se cobra pelo acesso. 


Cachoeira do Canelau
Fica no caminho para Capivari e não é de fácil acesso. É preciso fazer uma caminhada de cerca de 20 minutos pela trilha. Tem uma queda d´água com formação de uma lagoa calma. 



Demos uma esticadinha em São Gonçalo das Pedras, bem pertinho de milho verde. Logo na entrada. O vilarejo preserva o estilo das construções barrocas do século 18. Uma graça! Por lá também há várias cachoeiras, mas fomos mesmo no poço que tem atrás da igreja. Uma delícia de águas mornas!
A nascente do rio Jequitinhonha fica entre Milho Verde e Capivari. Dá para aproveitar por lá também.




terça-feira, 9 de abril de 2019

O feminino na sua árvore e você

13:59 0
O feminino na sua árvore e você


Você já parou para pensar na  maneira como as pessoas de nossa família viveram, em que acreditavam e seus traumas nos influenciam?  Faz ideia de como os seus ancestrais e suas vivências podem ter peso em nossas crenças e problemas? Uma árvore genealógica é muito mais do que um acúmulo de dados. É uma ferramenta poderosa para entender as circunstâncias de nossas vidas e de cura.

Myrna Nascimento, psicóloga, consteladora familiar com formação em psicogenealogia, vai realizar o workshop “O feminino na sua árvore e você”! Junto com Monica Justino, pioneira da Psicogenealogia no Brasil e autora do livro Psicogenealogia – um novo olhar na transmissão da memória familiar, Myrna vai desvendar e conectar a energia feminina de sua árvore genealógica para explorar seu potencial feminino hoje.

“O arquétipo feminino é construído! Como eu vejo o meu feminino vai ser influenciado pelo arquétipo universal e por como as minhas ancestrais construíram esse feminino. A psicogenealogia tenta compreender como a historia dos antepassados pode nos influenciar. Nós identificamos os acontecimentos que foram marcantes na historia familiar e nos influenciou para sermos quem somos”, explica.

O objetivo do trabalho de psicogenealogia é compreender quais tarefas inconclusas, traumas não resolvidos, lutos não elaborados, amores sofridos foram transmitidos da família aos descendentes.

“Com a psicogenealogia você vai vendo pontos em comum dos antepassados com o a pessoa que está se consultando. Podem aparecer várias possibilidades, como um amor interrompido lá de uma ancestral que casou com quem a família queria ou uma pessoa que perde o grande amor por um acidente pouco antes de um casamento. Então, isso aconteceu com a bisavó e pode vir com um cenário diferente, mas o fio é o mesmo. A pessoa começa a vivenciar situações repetidas de abandono. A psicogenealogia é umas das ferramentas para liberar aquela pessoa daquela repetição.

O inconsciente familiar é poderoso, pois traz memórias de várias gerações. Muitos dos dilemas que uma pessoa está vivendo são impactos da herança familiar em sua vida. Explorar os elos transgeracionais ajuda a encontrar o seu verdadeiro lugar na família.
Durante o workshop a construção do modelo de feminino que se desenvolveu ao longo das gerações na sua família e como você recebeu essa herança será refletido. Que símbolos ficaram? O que foi valorizado? Quais as permissões, as mudanças, os padrões - O que é permitido e o que é proibido?

Veja os pontos que serão abordados:
• Histórico do feminino
• Os arquétipos, os modelos e símbolos para construção do feminino;
• O feminino e nossa herança psicogenealógica;
• A energia feminina e o ser mulher – “Não se nasce mulher, torna-se mulher” Simone de Beauvoir, 1949;
• Eu, mulher!

O workshop será realizado no dia 25 de abril (quinta-feira), de 9h as 18h30, no Centro Terapêutico Guanambi (Rua Manoel Couto, 156, Cidade Jardim, Belo Horizonte, MG). O investimento é de R$ 385 e as inscrições podem ser feitas aqui 
Para mais informações chame pelo Whatsapp (31) 9 9991-3426.

terça-feira, 12 de março de 2019

Prefiro ensinar do que deixar a vida dar a lição

21:01 0
Prefiro ensinar do que deixar a vida dar a lição

Filho não vem com manual de instruções, não é mesmo? E não são poucas que vezes que me sinto perdida em meio a tantas teorias sobre o maternar. Educar um ser humano é uma tarefa pra lá de complicada. Eu converso muito com a Lola, tentando entender o que a leva a um “mal comportamento” e buscando, junto com ela, uma maneira para ajustarmos as coisas.

Não sou adepta de castigos, embora já tenha deixado sentada na escada para pensar (mas a verdade é que eu é que precisava respirar para não estourar). Não bato e sou conta violência física. Gritos? Grito. Infelizmente... não é certo, mas é mais forte que eu. E estou careca de saber que não resolve absolutamente nada. Sou humana, me perdoo e estou em constante busca por melhorias.

Pois foi justamente buscando melhorias que tive meu pior BO com a Lola. Comprei um kit de Óleos essenciais para melhorar minha curta paciência e para ajudar Iolanda com uns acessos de raiva que vinha tendo. Uma maravilha, gente! O óleo de lavanda, então, é sensacional (assunto para outro post). Tudo estava indo muito bem, até que Iolanda resolveu jogar meus óleos, gota por gota, fora! E não foi traquinagem inocente, porque no kit de 3 óleos ela jogou fora dois e confessou que ficou com dó de mim , não jogando o terceiro.

Gente! Eu fiquei cega! Juro! Eu olhava aquilo e não acreditava! Que raiva do caramba eu senti!

E eu precisava agir. Ela tinha que sentir que atos têm consequência. Ela estava juntando um cofrinho para comprar um brinquedo que quer muito. O que fiz? Quebrei o cofrinho e confisquei todas as moedinhas (uma fortuna que não chega a 20 reais, rss). Expliquei que compraria oque ela estragou. 
Ahhh, minha gente! Nunca vi ela tão sentida. Chorava agarrada nos cacos do porquinho.  Não é fácil ver um filho sofrendo. Mas, desta vez, foi mais que merecido. 

Em poucos dias dei outro cofrinho para ela. Não para substituir o que quebrei. Fiz isso para que ela possa juntar o dinheiro novamente, que acho importante pela educação financeira (mais assunto pra outro post) e para saber que estragando propositalmente o que não é dela terá que arcar.  Ou a gente ensina ou a vida ensina. Prefiro eu mesma ensinar, com amor ❤

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Nem por você nem por ninguém....

16:53 0
Nem por você nem por ninguém....

O filme "Fala sério, mãe" não é novo. Mas eu não tinha assistido até que passou outro dia na Globo e parei para ver. Leve, divertido, mas me levou à reflexão e ao choro. 

Vocês já pararam para pensar que nossos filhos ensaiam voos cada vez mais distantes desde que nascem? Cada nova conquista os leva um pouco mais longe de nós. Não digo especificamente de distância física e, eu sei, que estaremos sempre ligados. Porém, eles constroem as próprias conexões, traçam os próprios caminhos e, cada vez mais, definem as próprias vidas sem a nossa interferência.

Eu, que tenho uma menininha de quatro anos não tinha ainda dimensionado isso. E foi assistindo ao filme que parei pra pensar nisso e sofrer antecipadamente. Sem dar spoiler para quem não assistiu ainda, a história mostra uma mãe com sua primeira filha e as mudanças que vão ocorrendo com ela e com a família.

A mulher se descobre como mãe e a filha a ensina a vivenciar esse papel. A relação de companheirismo é enorme. Em dado momento, a mãe de coloca entre os sonhos da filha, tentando impedi-la de voar mais alto. É então que a música "Vinte e poucos anos", do Fábio Junior, fala aquilo que deve ser dito a toda mãe.


"Você já sabe
Me conhece muito bem
eu sou capaz de ir e vou
Muito mais além
Que você imagina
Eu não desisto assim tão fácil, meu amor
Das coisas que eu quero fazer
E ainda não fiz
Na vida tudo tem seu preço
Seu valor
E eu só quero dessa vida
É ser feliz
Eu não abro mão
Nem por você
Nem por ninguém
Eu me desfaço
Dos meus planos
Quero saber bem mais
Que os meus 20 e poucos anos"

Nunca tinha pensado nesta música dirigida a uma mãe. E não é que cabe direitinho? Nós, mães, achamos que sabemos o melhor para nossos filhos. Até uma parte da existência deles somos nós mesmos que sabemos. E depois? Estamos criando um ser humano e precisamos confiar na capacidade dessa pessoa de tomar as redes da vida. Dói só de pensar. Eu sei.... mas é o caminho natural, e saudável. 



quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Dez anos depois...

11:53 0
Dez anos depois...

Todo mundo na onda do #10yearschallegee vou fazer também. 
Na aparência, nem noto drásticas mudanças. Ok que a gente engorda, rugas chegam, o olhar muda. Mas olhando assim, eu poderia dizer que uma foi há uma semana e a outra, hoje. Tô ótima!

No comportamento eu mudei muito. Fiquei dura, mais cética, passei a acreditar menos no ser humano. Perdi muitas das ilusões que tinha. Sofri o diabo nesses dez anos. 

Há dez anos, nem casada eu era. E tinha me formado há pouco como jornalista. Hoje tenho na bagagem muita coisa boa, mas carrego a dor de ter enterrado um filho. Isso muda a gente. 

Também tive muitas alegrias! Vi meu nome assinar reportagens que amei fazer. Conheci pessoas incríveis. Vi minha filha nascer e acompanho seu crescimento. Construí uma família, tenho bens materiais e imateriais. Fiz novos amigos. Novos inimigos. Defini meu rumo profissional. 

Dez anos separam uma foto da outra. Dez anos fizeram uma outra pessoa. Parecida na aparência e completamente diferente nas atitudes. A gente muda 😊

sábado, 26 de janeiro de 2019

Após ver partir dois filhos com doença genética, mãe consegue seu grande milagre

12:12 0
Após ver partir dois filhos com doença genética, mãe consegue seu grande milagre
A  Luana Drummond é mãe dos anjinhos Rafael e Maria Júlia, e do bebê arco-íris Maria Laura. Ela dividiu conosco sua história de luta e amor. Se você também quer compartilhar sua história, contar algum caso ou dar uma dica envie para eucurtosermae@gmail.com que irei publicar com prazer.




Me lembro de quando eu era adolescente e uma amiga estava com problemas no útero (que eu não lembro o que era) e ela me disse que poderia ter que tirar o útero. Na hora pensei: se fosse comigo eu iria engravidar hoje, porque depois não poderia ter meu filho. Eu tinha 15 anos.. Eu já sonhava em ser mãe. Alguns anos mais tarde, vendo a Cissa Guimarães dar uma entrevista, após a morte de seu filho, me emocionei e pensei o quão forte era aquela mulher que perdeu um filho e estava ali porque eu teria morrido junto com ele.

Quatro anos depois me vejo grávida e feliz. No dia que tirei uma foto e postei falando que faltavam 10 semanas para o Rafael chegar senti uma dor e nesse dia descobri que meu líquido estava diminuindo.. 5 dias depois, ele nasceu, em 5 de dezembro de 2014.. Rafael foi diagnosticado com rins policísticos do tipo recessivo. É uma doença genética, descobrimos que eu e meu marido temos o gene que causa a doença.

As chances de um casal sem nenhum grau de parentesco ter a mesma mutação genética é baixa, mas fomos “premiados”. Como é recessivo, nós não temos doença, apenas a carga genética. Rafael viveu 4 meses na UTIneo. Foram meses difíceis, de muita luta mas de um amor intenso, eu tinha que amá-lo tudo o que eu poderia naquele dia pois não sabia o dia de amanhã.

Então, dia 07 de abril, ele partiu. E eu me vi forte.. Como a Cissa naquela entrevista, como minha sogra, como outras tantas mulheres que passaram pela mesma dor que eu. Agora eu já sabia o que tínhamos e os nossos riscos.. As chances de ter outro filho com a mesma doença eram de 25%. E eu quis tentar de novo porque a fé que foi construída naqueles 4 meses dentro da UTIneo me dizia que tudo daria certo.

Tínhamos 75% de chance de ter um filho saudável. E eu acreditei, confiei e engravidei.. Dessa vez de uma menina. Meu mundo sempre foi cor de rosa e eu sempre quis ele assim, tanto é que desde pequena dizia: vou ser mãe de menina. Minha menina já teve vários nomes: Patrícia, Priscila, Jéssica, Júlia.. Enfim chegou Maria Júlia.

Maria Julia pintou novamente meu mundo de rosa... De onça, de brilho, de pérolas.. Encheu tudo de laço - e quanto laço tinha Maju. Mas na gestação descobrimos que a Maju também tinha rins policísticos. E eu briguei feio com Deus porque eu tinha acreditado, tinha tido fé, tinha pedido muito..

Mas, ainda na gestação, fizemos as pazes pois só Ele poderia fazer o milagre que precisávamos. Ahhhh minha Maju, tão minha que dependia de mim para continuar a vida! E 9 meses depois, no dia 19 de outubro de 2016,nascia e partia minha menina. Maria Julia viveu apenas 3 horas. Por duas vezes eu experimentei a maior dor do mundo.. De lá pra cá já se passaram 2 anos. 2 anos de dor, de recomeço, de reconstrução daquela fé linda de 2015..

Há um ano e meio começou nossa nova batalha, nossa luta por um bebê arco-íris saudável. Graças a medicina poderíamos fazer fertilização in vitro com seleção embrionária. Na época do Rafael já sabia dessa opção mas os embriões doentes são descartados e eu pensava que jamais descartaria o meu Rafinha. Agora, tive que mudar meu pensamento para realizar meu sonho de ser mãe, então pensava que os embriões descartados não conseguiriam viver de toda forma, então eu estaria poupando-os de tanto sofrimento.

Maria Laura, o bebê arco-íris chegou
O tratamento não é fácil psicologicamente falando: Injeções, medos, médicos e mais médicos.. Dos 10 embriões que tivemos, só 4 eram saudáveis e isso foi uma tristeza para mim. Tive dificuldades para preparar meu endométrio (logo eu que nunca tive dificuldade para engravidar)..

Quando enfim deu tudo certo, não engravidei do embrião que coloquei.. Recomeçamos o preparo e fizemos nova transferência e o nosso tão sonhado positivo chegou.. Nossa Maria Laura estava a caminho para colorir nossa vida com todas as cores do arco-íris, vinha depois de longo período de tempestade..

A Maria Laura veio provar que sonhos se realizam mesmo quando parecem impossíveis. E o meu sonho se tornou realidade no dia 13 de dezembro de 2018.. Nem sei expressar o que senti no dia que saí da maternidade com minha filha nos braços, sim, é verdade,

Maria Laura é saudável. Estou vivendo a maternidade com todas suas flores e neblinas, com todo seu amor e sua dor. E eu só tenho que agradecer a Deus por isso. Agradecer a Deus pela oportunidade que tive com meus filhos que vieram me ajudar a evoluir e a oportunidade de agora, enfim, viver tudo isso! (@maedeucp)

Rafael

Maria Júlia



terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Família não se abandona

21:41 0
Família não se abandona

Poucos dias após nos casarmos, adotamos Elvis, Raul e Nazaré. Nossa família foi formada com e para eles. Por causa deles, moramos hoje em uma casa espaçosa. Por causa deles, deixamos de viajar quando não há quem cuide. Por causa deles, não recebemos em nosso lar pessoas que não gostem de cachorros. E por aí vai. 
Eles acompanharam minha gravidez do Francisco e sua partida, me cobrindo de amor e uma compreensão que nenhum humano foi capaz. Vibraram com a chegada da Lola. Fizeram o papel de irmãos mais velhos. Lola os amou assim que tomou consciência da presença desses peludinhos.

Raul nos deixou no começo de dezembro. Estamos, desde então, aprendendo a viver sem ele. Que falta nos faz. A todos nós. Elvis e Nazaré ficaram imensamente tristes. Resolvemos levar Elvis, que mais gosta de agito, para viajar conosco. Nazaré é muito medrosa e, além disso, está com um problema no quadril que a fez perder a força das patas traseiras. Mas como deixá-la para trás? Solução! Bota na mochila e carrega!

Tivemos dias de muito prazer para todos. Ela curtiu, do jeito dela. E a lição que fica é que família não se abandona. É um por todos e todos por um! Até o último de nós partir. Lola vai crescer sabendo disso e praticando. Cuidará de mim e do pai na velhice, com o amor que nos viu dedicando aos nossos amores peludos, tenho certeza.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Nova She-Ra é adolescente, empoderada e muito divertida

15:15 0
Nova She-Ra é adolescente, empoderada e muito divertida


Uma das minhas paixões da infância, She-Ra foi repaginada e estreou no Netflix em uma produção estúdios Dreamworks, dos sucessos "Shrek" e "Como Treinar o seu Dragão".  Devorei a primeira temporada com Lola, composta por 13 episódios de pouco mais de 20 minutos cada.  "She-Ra e as Princesas do Poder"  é uma série escrita e comandada por  um jovem time de roteiristas mulheres, diferentemente da original, criada e desenvolvida por dois homens.

O desenho é em 2D, mas estilizado e com influências da cultura do anime e de desenhos mais modernos. O reboot mostra a guerreira como uma adolescente,  sem traços de hipersexualização, com conflitos e inseguranças típicos da idade. A série é cercada de bom humor e personagens que trazem a diversidade, celebra a amizade feminina e o empoderamento.

Ao contrário da versão original, She-Ra usa um colete fechado cobrindo os seios, shortinho por baixo da saia e bota sem salto, em um visual  muito mais apropriado para um desenho infantil e também mais condizente com a condição de guerreira. Ela também não é mais a figura que representa a versão masculina do He-Man. Ele nem mesmo é citado na série. She-Ra é She-Ra em um protagonismo feminino lindo de se ver. A mitologia de She-Ra é mostrada sem que seja um anexo do irmão.

Na trama atual, She-Ra não resolve tudo sozinha, mas conta com a ajuda de várias princesas com poderes mágicos que também estão protegendo seus reinos da expansão de Hordak. Há A nova Etéria- o planeta onde a história se passa- mostra diversidade racial, social e cultural. Na versão dos anos 80, todas elas tinham cabelos longos e eram semelhantes no estereótipo.

Cintilante é uma menina plus size, que vive em conflito com a mãe, a poderosa rainha Angella, e briga para sair das sombras materna e ser ela mesma. Arqueiro é negro e deixa nas entrelinhas que possa gostar de meninos. Serena é indiana  e há ainda princesas-guerreiras negras e asiáticas.

A história é coerente e envolvente, mostrando a trajetória que transformo Adora em She-Ra e qual o contexto de luta contra a Horda e Hordak.  Eu adorei e já aguardo pelas próximas temporadas.