EU CURTO SER MÃE: Na Mídia
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sábado, 10 de outubro de 2015

Matéria de capa do jornal O Tempo

21:07 0
Matéria de capa do jornal O Tempo




Reportagem sobre alimentação saudável para crianças destaque na capa do jornal O Tempo. 
Leia a reportagem na íntegra aqui

Culinária aflorada na maternidade 

Há cerca de dois anos, quando entrava na cozinha para fazer alguma refeição, a jornalista Letícia Murta, 35, saía de lá, frequentemente, com um prato de macarrão instantâneo. Mas, a partir do momento em que decidiu ser mãe, esse hábito mudou. A paulistana Patrícia Cerqueira, em 2009, também precisou ampliar o repertório de receitas, no caso dela, para além dos doces. A razão para tal atitude foi a necessidade de lidar com o paladar do filho caçula, Miguel Cerqueira Guterman, que ela descreve como “muito exigente”.
Em comum, as duas deram importantes passos na culinária enquanto adentravam o mundo da maternidade, embora a motivação de cada uma tenha matizes diferentes. Murta, que é autora do blog Eu Curto Ser Mãe, conta ter decidido ser mais atenciosa com a própria comida durante a gravidez e intensificou o zelo pela alimentação saudável após o nascimento da filha Iolanda Murta Coutinho.
Com dificuldades para engravidar e diagnosticada com trombofilia, disfunção que aumenta a coagulação do sangue e implicou na perda do seu primeiro bebê, Francisco, em 2013, ela encontrou na busca por pesquisar os melhores ingredientes e na forma mais adequada de prepará-los uma via para fortalecer o corpo. Tal cuidado se somou ao tratamento com remédios que evitaram possíveis riscos ao desenvolvimento do feto.
Leia a reportagem na íntegra aqui


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Observatório Feminino- rádio Itatiaia

00:51 0
Observatório Feminino- rádio Itatiaia
Participação de Letícia Murta no programa Observatório Feminino, 
da Rádio Itatiaia, em 23 de agosto de 2015, sobre trombofilia e maternidade. Clique no vídeo para ouvir a entrevista completa. 





Na emissora líder de audiência de Minas Gerais, a cada domingo, são discutidos temas polêmicos e atuais, analisados sob o ponto de vista das componentes fixas da mesa e de convidadas especiais. Na Itatiaia, o programa já contou com presenças de destaque como as das jornalistas Marília Gabriela e Leda Nagle e as das atrizes Denise Fraga, Lucélia Santos, Luana Piovani, entre outras.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Rede Super

15:05 0
Rede Super



Entrevista com Letícia Murta  para a Rede Super sobre a trombofilia exibida em 2 de junho de 2015. Veja a entrevista aqui


A Rede Super de Televisão  está presente em 18 estados brasileiros. São 228 cidades recebendo a cobertura da emissora, em cabo e UHF (sinal aberto).
Desde outubro de 2010 na banda de satélite C2 digital, o sinal alcança 16 milhões de antenas parabólicas até o sul dos Estados Unidos.
Através do portal da emissora, a transmissão online alcança todo o mundo.



segunda-feira, 18 de maio de 2015

A luta pelo diagnóstico da trombofilia

21:45 0
A luta pelo diagnóstico da trombofilia

Um dia antes da data marcada para a cesariana de seu primeiro bebê, a jornalista e blogueira Letícia Murta, 35, acordou e percebeu que, diferentemente dos dias anteriores, Francisco não se mexia. Ela foi ao médico, e o diagnóstico não poderia ser pior: o coração do seu filho, gerado nove meses antes, não batia mais. Como explicar a morte repentina em uma gravidez até então tranquila e acompanhada por médico?

Reportagem sobre trombofilia publicada no jornal O Tempo (leia aqui)




Leia a segunda parte da reportagem aqui

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Iolanda e os nossos cães

01:53 0
Iolanda e os nossos cães

Reportagem publicada pelo jornal Pampulha (aqui) sobre o convívio entre bebês e animais de estimação

Quando Iolanda, de 8 meses, nasceu, ela já contava com três irmãos. Raul, Elvis e Nazaré, todos de 5 anos, são os animais de estimação da jornalista Letícia Murta, para quem todos são seus filhos. Ocupando o mesmo espaço, a pequena Iolanda e os bebês, como são carinhosamente chamados, brincam e crescem juntos.

“Nunca afastei os três dela. Estudos diversos mostram os benefícios de se ter um cão junto a um bebê e criança. Eles vão além do psicológico e atingem até o sistema imunológico”, comenta ela, que durante a gravidez recorreu até a florais para pets especialmente voltados para a chegada do bebê.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Trombofilia e o tratamento

15:22 0
Trombofilia e o tratamento

Depoimento sobre trombofilia e o tratamento com heparina para o site Trocando Fraldas (leia aqui)

O uso da heparina na gravidez pode ser a solução de mães que já pensam em desistir da maternidade, após passarheparina por repetidos casos de aborto espontâneo. Normalmente não se procura saber se existe algum problema antes que algo aconteça e apresente sintomas de algum problema de saúde. Isso principalmente no caso de mulheres que sofrem com trombofilia. A trombofilia é uma doença hereditária ou pode ser adquirida. Ela age diretamente na produção de anticoagulantes naturais do organismo. A falta de coagulação que durante uma gestação, oferece grandes riscos não só para o bebê, mas também para a mãe. A doença obstruí os vasos sanguíneos que irrigam a placenta e que é responsável por levar os nutrientes necessários para o desenvolvimento do feto.

Tetolé

15:00 0
Tetolé

Reportagem sobre picolé de leite materno, o tetolé, publicada pelo jornal Hoje em Dia (leia aqui )

Para amenizar o calor dos bebês, mães estão adaptando a forma de amamentar. A novidade é o “peitolé”, picolé feito do leite materno, muito conveniente em dias de calor forte.

O preparo é simples e tem ganhado adeptos (veja ao lado). O primeiro verão de Iolanda, de 6 meses, está mais refrescante. “Ela adora o peitolé. Ameniza o calor e, ao mesmo tempo, vira uma diversão”, conta a mãe Letícia Murta, jornalista e autora do Blog “Eu curto ser mãe”. 


Picolé de leite materno é tendência

14:54 0
Picolé de leite materno é tendência
Matéria sobre o picolé de leite materno com foto da Iolanda publicada no Saúde Plena, do Portal Uai (leia aqui)

As altas temperaturas do verão são um desafio para todos, e com bebês não é diferente. Os recém nascidos também sofrem e precisam de atenção especial na estação. Uma dica que vira tendência nessa época é o tetolé, um picolé feito de leite materno. 

“Ele normalmente vira moda no verão, mas pode ser feito durante o ano inteiro”, comenta a pediatra Vânia Gato, do SOSpediatra. Além de refrescar, ele também é indicado para aliviar a dor do crescimento dos dentes, uma vez que a baixa temperatura 'anestesia' a gengiva do bebê.

O sofrimento da perda

14:44 0
O sofrimento da perda
Coluna de Silvana Mascagna, do jornal O Tempo (leia aqui), baseado no sofrimento de mães que perdem seus filhos, entre elas (a mãe 1), o meu sentimento

Ela diz que está morta por dentro.
Ela perdeu o filho. Ele tinha nove meses. Ninguém pôde conhecê-lo. Só ela. Só ela teve esse privilégio, porque ele, que ela agora chama de anjo, viveu esses nove meses dentro dela.

Descobri a trombofilia da pior forma

14:26 0
Descobri a trombofilia da pior forma

Depoimento sobre trombofilia em reportagem sobre o tema publicada pelo jornal O Tempo (leia aqui ), em 11/11/13

Descobri a trombofilia da pior forma: a morte de um filho, com 38 semanas de gestação. Depois da dor e do diagnóstico que não me satisfez, o de que o cordão umbilical estava enrolado no bebê, investiguei e descobri que tenho uma das mutações genéticas que causam a doença. Nunca tive problemas relacionado à coagulação. Ocorre que, na gestação, o sangue naturalmente fica mais coagulado e portadoras de trombofilias têm uma tendência a desenvolver coágulos, que podem causar abortos recorrentes, descolamentos de placenta, pré-eclâmpsia, restrição de crescimento fetal e óbito fetal tardio. Os exames não são obrigatórios no pré-natal e muitas só descobrem com perdas. No meu caso, o que agravou foi a falta de monitoramento. Pelo avançado estado gestacional, meu filho poderia ter nascido sem grandes riscos. Medidas preventivas podem ser tomadas. Uma delas é a ultrassonografia com doppler, que mede a pressão das artérias que irrigam o neném. Outras são exames de coagulação. Agora, a minha luta é pela inclusão da obrigatoriedade desses procedimentos e pela divulgação da doença, para evitar que outras mulheres sofram o que sofri.