terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Criança comendo na praia

Postado por Letícia Murta às 01:00
Sair da rotina com criança é um desafio. Para tudo.  A parte da alimentação eu achei que seria um caos na viagem, mas não foi. Entre novidades nada nutritivas e alimentação balanceada,  sobrevivemos comendo muito bem.

Como eu fui à Bahia, fiquei com bastante receio do tempero fazer mal para Lola, pois até pra gente acaba bagunçado o intestino. Então,  como não sabia o que encontraria, lotei a mala de papinha Nestlé.  Vocês sabem que sou natureba e industrializados são minoria lá em casa e quase zero na vida da pequena. Mas não sou radical e não é a primeira vez que ofereci as papinhas prontas e acho que sao aliadas para situações atípicas. 

As papinhas me valeram. Usei no avião (voo na hora do almoço) . Dei também algumas vezes no horário do almoço dela (meio-dia), já que a gente acaba ficando no tira-gosto e almoçando mais tarde, e as papinhas de frutas eu dei à noite antes de dormir (ela não toma leite nenhum, só peito, e à noite sempre dou um lanche. Eu trouxe chia e farinha de linhaça e misturei nas papinhas para não ficar tão pobre em nutrientes. 

No café da manhã na pousada, ela comia bastante.  Pão,  queijo, frutas e suco. Eu trouxe um pote térmico e colocava frutas para comer no lanche da manhã.  Pegava uns pães de queijo também para ela comer mais tarde. 

A gente almoçava em torno de 14h e aí eu achei um self service e sempre colocava comida simples para evitar transtornos gastro-intestinais. Purê de batata, arroz, feijão,  carne moída,  macarrão,  legumes... verduras da rua eu não dou, porque o risco de toxiplasmose é alto pela falta de higiene e eu não posso garantir que estarão bem lavadas.

No lanche da tarde,  normalmente estávamos na praia. E aí que eu tive medo de complicar. Mas foi tranquilo.  Na praia tem muita bobagem, deixei comer frituras com a gente,  mas não queria que ficasse nisso. Achei boas opções.  Tinha ambulante vendendo frutas (melancia e abacaxi), queijo coalho, tapioca. 

Ela não gosta muito de água de coco e suco também não bebe sempre (quando a gente bate uma fruta acaba usando mais do que se comesse e retira as fibras, elevando o índice glicêmico). Nossa opção em casa é sempre beber água. Mas lá relaxei e liberei o suco, que acabou sendo uma opção de lanche também. Ela provou suco de caju, cajá, cacau, cupuaçu.... 

Provando doce: barrinha de cacau orgãnico
Lá ela também experimentou doce. Sim, tomou sorvete e picolé tradicionais (porcariada, desculpem.... ). Mas provou uma barra de cacau orgânico que deu gosto de ver ela comendo. Sem adição de gorduras, sem leite. Cacau mesmo. Espetacular! 
Também tomou sorvete sem lactose e 0% gordura da Gelateria Capim Santo. 

A alimentação da Lola é, sim, natureba. Mas eu sempre soube que chegaria a hora de deixar provar outras coisas, digamos menos saudáveis. Foi tranquilo. De vez em quando pode tudo O que prejudica não é a exceção, mas a regra. 


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