quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Nasce uma mãe, nasce uma ré

Postado por Letícia Murta às 01:30

Não importa que linha você siga, você será julgada. Parto normal, é índia. Parto cesariano,  não respeita o tempo do bebê.  Amamenta?  Esta criança está com fome! Mamadeira, que absurdo!  Deu colo demais, está mimando. Deu de menos é uma desnaturada. 

Os julgamentos e comparações seguem vida afora. Nunca se é suficientemente boa mãe.  Há sempre alguém para apontar o dedo e sentenciar: sei o que é melhor para seu filho! 
A opressão costuma vir das próprias mães,  que deveriam ser parceiras. Sabemos, todas nós,  o quão árdua é nossa tarefa.  

Criar um ser humano deveria ter como pré exigência uma graduação,  quem sabe até uma pós-graduação.  É das missões mais nobres e relevantes.  Como mães,  somos todas inseguras. E no lugar do abraço, oferecemos pedras umas às outras.  Como pode,  não?
Erramos todas.  Acertamos também.  E independente da linha que se siga, temos em comum a enorme vontade de que dê muito certo e que nossos filhos se tornem adultos felizes e seguros.  

Não somos rivais. Estamos todas no mesmo barco!

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